sexta-feira, 9 de julho de 2010

Reculet IV

Como já se vai tornando habito, ontem fui mais uma vez ao Reculet. Desta vez tive a companhia de uma das pessoas que costuma correr comigo à hora do almoço. Tive essa honra, porque ele mandou a família toda de ferias, ficando apenas ele por cá e dai conseguir ter tempo livre para passear.

O tempo estava muito, mas mesmo muito quente, 32graus... mas tal não foi impedimento para que por volta das 17 horas saissemos em direcção ao Reculet.

Ontem tive a oportunidade de verificar na primeira pessoa que a bicicleta do CERN, não consegue bater uma bicicleta de montanha e que por isso tenho que manter o meu ritmo, e não tentar seguir um ritmo que não dá para a minha bicicleta. Passo a explicar:
Após ter começado a subir em direcção a tiocan, e apenas após 6 minutos TIVE de parar e decidi desmontar da bicicleta [coisa que não costumo fazer a não ser claro quando chego ao topo]. A razão?? Estava a tentar subir ao mesmo ritmo que uma bicicleta de montanha e com uma temperatura ambiente acima dos 30 graus, e mesmo assim estava a começar a perder muito terreno.
A decisão de desmontar da bicicleta não terá sido a mais feliz, é que habitualmente quando me sinto cansado reduzo simplesmente o ritmo e evito atacar a subida a direito, no entanto ontem decidi experimentar parar mas mal coloquei os pés no chão, para alem de um mal estar geral, tive o oportunidade de mostrar como a minha pele pode mudar de um rosado para um branco cal numa questão de segundos. Cheguei mesmo a ter de me sentar durante 5 minutos antes de conseguir retomar caminho.
Claro que retomamos o caminho!!! O objectivo era chegar a Reculet, e lá por eu ter parado aos 5 primeiros minutos não significava que tínhamos que desistir.

O resto da viagem de bicicleta correu normalmente sem mais paragens, é que os primeiros 10 minutos é que são os mais inclinados... A caminhada até ao topo correu bem melhor, pelo menos para mim... é que afinal de contas eu sou mais novo pelo menos 20 anos e peso menos alguns quilos... :D [é que mesmo quase a chegar ao topo as posições inverteram-se e quem viu alguém a ir ao chão fui eu, mas desta feita a culpa foi um buraco\cova no meio do trilho.]

A temperatura no topo era de 20 graus, e não havia vento, o que para mim foi uma surpresa já que de todas as outras vezes tenho apanhado sempre alguma aragem.
A descida foi feita por um novo caminho, pelo menos para mim. Bem, não podemos hamar aquilo de caminho, pois não há sequer trilho, mas era um percurso que quem me acompanhava fazia há uns anos atrás. De notar que este caminho tem uma vista privilegiada para o lago, Geneve, e monte branco. :D :D


A vista privilegiada... e quem me acompanhou.

Se tudo correr bem, na próxima terça feira há repetição...

1 comentário:

Ricardo Faria disse...

Eu não entendo!
Cada vez que aqui venho só leio acerca de passeios e mais passeios e corridas e trabalho que é bom, nada!!

Boa vida sr. Alves!

Goza muito e fico contente por ler que corre tudo bem.

Um forte abraço e bjs dos restantes elementos ca de casa